Home / End keys no Mac OS

Se você sofre como eu no Mac OS com qualquer editor GUI e volta correndo para o seu ^$ do vim ou Ctrl-A Ctrl-E do emacs porquê não suporta o cmd-left e cmd-right do Mac OS e sente saudades do Home/End como key bindings para início e fim de linha, há uma solução (testado no Lion 10.7.4):

mkdir ~/Library/KeyBindings ; cd ~/Library/KeyBindings ; vim DefaultKeyBinding.dict

Agora insira o seguinte conteúdo nesse arquivo:

{
/* home */
"\UF729" = "moveToBeginningOfLine:";
"$\UF729" = "moveToBeginningOfLineAndModifySelection:";

/* Cmd-Left */
"@\UF702" = "moveToBeginningOfLine:";
"$@\UF702" = "moveToBeginningOfLineAndModifySelection:";

/* Cmd-Right */
"@\UF703" = "moveToEndOfLine:";
"$@\UF703" = "moveToEndOfLineAndModifySelection:";

/* end */
"\UF72B" = "moveToEndOfLine:";
"$\UF72B" = "moveToEndOfLineAndModifySelection:";

/* page up/down */
"\UF72C" = "pageUp:";
"\UF72D" = "pageDown:";
}

Re-inicie sua aplicação Cocoa e aproveite seus novos key bindings. Funciona com XCode, Espresso, Textmate, etc. Para mais informações veja Key bindings for switchers.

nerds.valeta.org

Para quem ainda acompanha o falecido nerds.valeta.org, o google parece ter feito mudanças no google reader que afetaram a publicação do bundle com a coleção de RSS’s dos blogs antes acompanhados pelo nerds.valeta.org. Caso alguém de vocês esta encontrando problemas, o link para o bundle é http://goo.gl/vR36m.

Banoffee Pie (torta Banoffi) feita em casa

Algumas bananas em casa estavam querendo começar a passar do ponto e lá estava eu descascando-as pronto para jogar açúcar demerara, canela e algumas gotas de essência de baunilha em cima para ‘tacá-las’ no microondas…

“Tem mais banana do que eu esperava. E estão boas. HMMMMmmmmMMmmm……” Volta e meia depois, acabei fazendo uma torna Banoffee. A receita veio do La Cucinetta: http://www.lacucinetta.com.br/2010/09/im-having-baby-pie.html.

Claro que não tinha o tal biscoito integral que só os yupies gourmet-antenados paulistas tem acesso na Santa Luzia, então improvisei com o que tinha em casa: biscoitos integrais, granola e Maltado de Leite da Piraquê (tirando o piraquê, tudo à granel, sem marca, comprado no mercado municipal de Curitiba).

Como diz o La Cucinetta, Sticky, Chewy, Messy, Gooey. E doce, muito doce. Bom :p

batchcropresize

We’ve resuscitated an old, slow and crappy (640×220 (!!!) in 16:9 9″) digital photo frame these days and my wife selected a bunch of photos from various trips we made to put it there, 654 images.

My old experience with that frame was warning me that 10M photos was a NONO, so I searched for a batch resize and crop utility. The batch resize is really easy to find, but not the crop part, so I’ve wrote my little utility for that, with python and PIL.

Testing it with the TV Ive come with another need, the TV doesnt do slideshows with multiple directories so a output format that puts all image files in the same directory preserving the original order in the tree is needed, so this utility have his 1.0 initial public version already working (my photo frame is happily showing photos now) but with a TODO.

Published in github, batchcropresize in https://github.com/sdbruder/batchcropresize. Enjoy.

Picanha sous vide

Sous vide aí vou eu

Cada vez mais ando lendo sobre sous vide (“à vácuo” em francês), um método de preparo de proteinas (carnes na grande maioria das vezes) envolvendo embalagens a vácuo e banhos térmicos de baixas temperaturas por grandes tempos (algumas receitas chegam à 48 horas). A grande vantagem é que o produto final perde o mínimo de líquido possível e o ponto do carne é perfeitamente controlável à exaustão pelo controle preciso da temperatura do ‘banho’.
Aí entra a parte complicada do sous vide, controladores térmicos de precisão industriais/profissionais chegam a custar dois mil dólares, modelos domésticos nos Estados Unidos estão na casa dos quinhentos dólares. Brincadeira cara demais.

China and DIY to the rescue! Fear not. Um controlador de temperatura de US$ 18 chinês e uma boa dose de DIY depois, chegaremos em uma versão feita-em-casa. O controlador já chegou, agora é questão de tempo.

Algumas informações básicas: Sous vide primer, Sous vide Steak 101.

A paranóia científica do controle chega nisso: tabela de resultados de cor de carne e perda percentual de peso por temperatura:

Steve Jobs morre aos 56 anos


Steven Paul “Steve” Jobs morreu esta quarta, um dia depois do lançamento do iPhone 4S. À família, meus pêsames nesse momento tão triste. Aos funcionários da Apple e colegas de trabalho do Steve Jobs que trabalharam sem descanso para o lançamento de mais um produto enquanto o Steve percorria seus últimos momentos (desculpem-me o tom melodramático), vocês são heróis. Ontem eu comentava com amigos a “falta de mojo” na apresentação do 4S. Agora eu entendo.

Slow stick, vídeo da montagem final

Fiz o vídeo usando uma webcam (microsoft) em um tripé em frente à minha mesa, usando gawker para mac os para capturar snapshow periódicos e construir um vídeo no final (.mov no caso). No final, iMovie para editar os textos, trilha sonora, etc.

Slow stick, meu primeiro aeromodelo em depron

Para quem não sabe, aeromodelismo é algo que me “persegue” desde adolescente. Moleque de tudo, 14 anos, eu guardava dinheiro de mesada para comprar planadores aerobrás, modelos à elástico, etcetera. Aprendi a montar modelos em balsa nessa época: meu grande alegria nessa época foi meu primeiro modelo VCC motorizado com um sassi 15: o motor com certeza ainda está na casa dos meus pais, o aeromodelo em si sucumbiu à um mergulho de bico no chão saindo de um looping depois do cabo afrouxar por conta do vento excessivo.

Agora, dezenas de anos depois, estou voltando ao aeromodelismo: já que rádio controle é algo completamente alienígena para mim (caro demais para mim na época), resolvi voar primeiro um modelo bem fácil de voar, fácil e barato de construir e melhor ainda, fácil e barato de consertar depois das quedas eventuais. Galeria com fotos do processo de construção adiante. Continue reading

Blog (e email) de casa nova!

Mais uma vez tive um ataque de atualização-zite e resolvi abandonar algumas velhas práticas e adotar algumas novas: resolvi usar meu domínio pessoal (bruder.com.br) que hospeda meu blog e o email de mais de uma dezena de pessoas da família (desculpa aí pessoal!!) como cobaia:

  • Emails foram migrados de servidor próprio para a plataforma do Google, entre mortos e feridos salvaram-se todos e a migração foi menos dolorosa do que eu pensava que ia ser;
  • Já que migrei o email, resolvi migrar o host do blog que vos fala para uma instância micro do AWS da Amazon. Tudo bem que algumas compilações que fiz demoraram literalmente horas, mas depois do stack LAMP e WordPress bem configurados, para um blog de baixo volume como esse “máquina não fez falta”, e inclusive ficou (bem) mais rápido, vejam a comparação de 99 cargas foi “Average over 99 runs: 2.6 × faster, 670 ms / 1754 ms”. Bom resultado para uma instância micro, se me perguntarem.